Operação revela 26 celulares escondidos em presídio do Rio de Janeiro[/TITULO] Descubra como 26 celulares foram encontrados escondidos em um presídio do Rio, durante uma operação de fiscalização da Secretaria de Polícia Penal.[/META] Um total de 26 celulares foi descoberto escondido nas paredes do Presídio Benjamin de Moraes, localizado no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A descoberta ocorreu durante uma inspeção realizada pela Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) na última sexta-feira (4), como parte da Operação Illicitus.
Operação Illicitus em Foco
A Operação Illicitus teve como objetivo principal inspecionar as celas ocupadas por criminosos associados ao Comando Vermelho (CV). Durante a ação, os agentes de segurança realizaram uma busca minuciosa e conseguiram encontrar os dispositivos móveis escondidos, que estavam camuflados dentro das estruturas de alvenaria.
Implicações da descoberta
A presença de celulares dentro das unidades prisionais é uma preocupação constante para as autoridades, uma vez que esses aparelhos podem facilitar a comunicação de detentos com o mundo exterior, incluindo atividades ilícitas. O fato de 26 celulares terem sido encontrados evidencia a necessidade de medidas mais rigorosas de segurança nas prisões.
Reforço na segurança prisional
Além da apreensão dos celulares, a operação destaca a importância do investimento em tecnologia e recursos humanos para a fiscalização das unidades prisionais. A Seppen reafirma seu compromisso em combater práticas ilegais dentro dos presídios, promovendo um ambiente mais seguro tanto para os detentos quanto para os agentes penitenciários. A descoberta de celulares nas prisões do Rio de Janeiro levanta questões sobre a eficácia das medidas de segurança atuais. Com a continuidade de operações como a Illicitus, espera-se que a administração penitenciária consiga minimizar a entrada de objetos proibidos e, assim, garantir um sistema carcerário mais controlado e seguro.







