domingo, julho 21, 2024
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Homem que matou companheira a tiros e morreu após ser preso tinha passagens por homicídio e porte de arma

O homem de 35 anos que morreu após matar a tiros a companheira, de 26, tinha passagens criminais por homicídio e porte de arma de fogo. O assassinato ocorreu na madrugada de quinta-feira (13), no bairro Jardim Nunes, em São José do Rio Preto (SP).

Segundo apurado pelo g1, em junho de 2015, Murilo dos Reis Gonçalves, natural de Nova Granada (SP), foi condenado pelo tribunal do júri a 12 anos de prisão em regime fechado por um homicídio. Em agosto de 2022, depois de sete anos, ele progrediu para o regime aberto por bom comportamento.

Durante o regime aberto, em agosto de 2023, o criminoso foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, resistência e desacato em Rio Preto. A prisão foi convertida em preventiva, por decisão da Justiça.

Em setembro daquele ano, foi concedida a liberdade provisória e expedido um alvará de soltura com medidas cautelares. Desde então, não havia registro de outros crimes e Murilo respondia ao processo em liberdade.

Caso foi registrado na Central de Flagrantes, em São José do Rio Preto (SP) — Foto: Heloísa Casonato/g1

Caso foi registrado na Central de Flagrantes, em São José do Rio Preto (SP) — Foto: Heloísa Casonato/g1

Assassinato da companheira

Na quinta-feira (13), segundo apurado pela TV TEM, Murilo foi denunciado por moradores por estar atirando em casas. Uma das testemunhas disse à polícia que o criminoso arrombou e invadiu uma residência, onde tomou um litro de vinagre. Na sequência, Murilo foi encontrado tentando pular um muro.

Com a chegada da polícia, ele jogou a arma que foi usada para matar a esposa dentro da casa. Depois, foi capturado. Durante o trajeto até a delegacia, Murilo começou a se debater no veículo.

Criminoso invadiu casa e tomou um litro de vinagre em Rio Preto (SP) — Foto: Thiago Vasconcelos/TV TEM

Criminoso invadiu casa e tomou um litro de vinagre em Rio Preto (SP) — Foto: Thiago Vasconcelos/TV TEM

O suspeito foi retirado da viatura, passou mal ainda na calçada e morreu. A polícia suspeita que ele tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória por overdose.

Às 2h, a PM foi novamente acionada para ir ao bairro, na casa do casal, após vizinhos ouvirem duas crianças, de um e seis anos, chorando na casa de Thaynara da Silva Rocha. No quintal, a equipe encontrou o corpo da vítima com marcas de tiro.

No local, os documentos do homem foram localizados. As crianças foram acolhidas por uma tia materna. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico. A motivação do assassinato é investigada pela Polícia Civil.

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